Atrás de meus olhos
Dorme uma lagoa profunda
E o céu que trago na mente
Meu voo jamais alcança
Há no meu corpo um incêndio
Que queima sem esperança
A própria terra que piso
Vira um abismo e me come
Corre em meu sangue um veneno
Veneno que tem teu nome
quinta-feira, 22 de julho de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
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