quinta-feira, 22 de julho de 2010

Milton Nascimento - Meu Veneno -

Atrás de meus olhos
Dorme uma lagoa profunda
E o céu que trago na mente
Meu voo jamais alcança

Há no meu corpo um incêndio
Que queima sem esperança
A própria terra que piso
Vira um abismo e me come

Corre em meu sangue um veneno
Veneno que tem teu nome

sexta-feira, 16 de julho de 2010

A morte da esperança

Não há espera, não há ânsia.
Não há esperança.