quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
A Alquimia interior
- Torne-se uma erva contra o vento a raíz enterrada no chão e as folhas soltas ao vento. (Estar presente e firme na vida,porém flexível aos ventos da mudança)
- Torne-se uma pedra quando chover seja resistente e jamais se mova.(Sentimentos vem e vão, sobem e descem mas nunca se entregue a eles)
- Torne-se um dragão contra as cachoeiras e suba as correntezas. ( Lute contra a maré,tendências e hábitos e domine a energia sexual)
- E torne- se uma montanha contra o mal jamais recue mesmo que sua vida esteja em perigo.(Medite,esvazie a mente,mesmo que seu ego esteja prestes a morrer)
Junte sua coléra sua raiva interior e esvazie-se completamente ficando sereno e integrado ao todo(Cosmo) somente assim você poderá ascender ao céu vencer a máscara da morte (Ilusão) e suas ondas do inferno.
OBS:A energia sexual é o principal ingrediente da Alquimia Interior. A chave para esta
ilustração é o mar de água (1) (rio de energia sexual) que flui corrente abaixo. Ser
capaz de fazer a água (energia sexual) fluir rio acima é o inicio da Alquimia Interior,a mais alta prática espiritual.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Eu sinto
Maior que a soma de todas as minhas partes
Um animal doméstico com um coração peludo
Preso dentro de um subúrbio murado
Eu encontrei
Meus gostos são um pouco incomuns
Entre as sombras e as rachaduras
Eu estou construindo minha utopia
Eu preciso
Libertar-me de tudo o que cria laços
Que me faz velho antes do tempo
Neste mundo de distopia
Meu amor
É como uma brihante luz guia
Iluminando na escuridão da noite
A estrela da minha utopia
No movimento das ondas
No ar que respiramos
Você pode me sentir?
Nas estrelas e nas árvores
Na canção das abelhas
Você pode me ouvir?
Memórias douradas engaioladas
Chegou a hora de mostrar seus verdadeiros sentimentos
Eu sei que é a única forma de ser
Quando esses mesmos antigos sentimentos vem sobre mim
Eu sinto
Maior que a soma de todas as minhas partes
Um alienígena de uma estrela distante
Ilhado na distopia
Eu encontrei, meus gostos são um pouco incomuns
Entre as sombras e as rachaduras
Eu estou construindo minha utopia
No movimento das ondas
No ar que respiramos
Você pode me sentir?
Nas estrelas e nas árvores
Na canção das abelhas
Você pode me ouvir?
Em nossa utopia
Você será a rainha e eu serei o rei
Em nossa utopia
Você será livre
Para ser quem você quer ser
domingo, 3 de outubro de 2010
Nós somos as estrelas que cantam
Nós cantamos com nossa luz
Nós somos os pássaros de fogo
Nós voamos pelo céu
Nossa luz é uma voz
Nós fazemos uma estrada para que o espírito passe
Nós somos como o vento
Embrulhado em asas luminosas
Nós fazemos uma estrada para que o espírito passe
Para que o espírito passe
{Dialeto indiano}
Outò, ba mwen son ou,e
Outò, me dê o seu som
Outò, ba mwen son ou,e
Outò, me dê o seu som
Tanbouyè, o ba mwen son ou,
Bateriste, me dê o seu som
Solèy lève
O sol levanta...
Outò, me dê o seu som
Outò, me dê o seu som
Baterista, me dê o seu som
O sol levanta...
{Invocação Voodu - Haiti}
sábado, 2 de outubro de 2010
Xamanismo Tolteca
Se somos algo, somos seres sem nenhuma importância. E se temos algo, é nossa convicção de que somos seres que estão caminhando para a morte e que um dia teremos que encarar o Infinito.
sábado, 18 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
O Carnaval acabou
O Carnaval Acabou
Lá fora
O aglomerado de nuvens de uma tempestade
Se moveu silenciosamente pelo boulevard empoeirado
Onde flores erguem suas frágeis hastes
Então elas podem por sua vez
Tocar o céu e beijá-lo
Elas são movidas por um estranho desejo
Invisível aos olhos humanos
Alguém está chamando
Eu me lembro de quando você segurou minha mão
No parque nós brincaríamos quando o circo veio à cidade
Olhe! Bem aqui
Lá fora
O aglomerado do circo
Se moveu silenciosamente pelo pelo boulevard molhado
A procissão já passou, a gritaria terminou
Os estranhos talentosos já estão deixando a cidade
Eles são movidos por um estranho desejo
Invisível aos olhos humanos
O carnaval terminou
Nós sentamos e observamos
Assim como a lua ergueu-se ao céu novamente
Pela primeira vez
domingo, 29 de agosto de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Milton Nascimento - Meu Veneno -
Atrás de meus olhos
Dorme uma lagoa profunda
E o céu que trago na mente
Meu voo jamais alcança
Há no meu corpo um incêndio
Que queima sem esperança
A própria terra que piso
Vira um abismo e me come
Corre em meu sangue um veneno
Veneno que tem teu nome
Dorme uma lagoa profunda
E o céu que trago na mente
Meu voo jamais alcança
Há no meu corpo um incêndio
Que queima sem esperança
A própria terra que piso
Vira um abismo e me come
Corre em meu sangue um veneno
Veneno que tem teu nome
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