Tenho percebido que não sou quem imaginava, não sou inteligente e nem batalhador , não sou diferente do meu pai.( Ou da sombra que vejo nele)
Tenho descoberto muitas coisas, não quero segurar mas nada, não quero temer o contato com o mundo, preciso de contato, sou carente, sou dependente, mas preciso descobrir como.
Tenho aprendido que sou menos do que pensava e mais do que imaginava.
Aos poucos perco minha forma para me dissolver em uma pessoa curiosa, uma criança querendo conhecer o mundo novamente, tentando conciliar o espírito e a carne, o sexo, o material e a busca.
Apesar da preguiça , do meu apego, do meu medo, da minha insegurança, não adianta tentar deixar de lutar,
a mente é o diabo que tenta me mostrar que sou um bosta, mas como bosta deveria aprender que não tenho muito a perder só a ganhar.
Buscar a cura.
